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37 tendências de negócios para 2019

37 tendências de negócios para 2019

Compartilhamos hoje com vocês, um caderno com informações apuradas pelo SEBRAE, que é resultado da análise de 14 relatórios das principais entidades mundiais especializadas em tendências.

Os relatórios mostram que os consumidores estão cada vez mais conscientes e em busca de novas soluções. Quem não ficar atento ao que acontece no mercado, perde em competitividade.

As informações mostram as mudanças no comportamento de consumo no Brasil e no mundo. As tendências e comportamentos foram convertidas para a realidade dos pequenos negócios para que o empreendedor encontre maneiras de manter a competitividade, identifique para onde os seus clientes estão olhando e quem são seus novos clientes potenciais.

Macro e micro tendências

As macrotendências tratam de mentalidades globais, originadas por novas necessidades de comportamento em comum na sociedade. Neste caso, essas mentalidades tomam proporção tão grandes que passam a afetar simultaneamente uma vasta gama de setores da indústria e tem um prazo mais longo, de 15 a 30 anos.

Já as tendências e microtendências, são padrões de comportamento e consumo mais específicos, que surgem devido às mentalidades globais das macrotendências. Por meio dessas manifestações em menor escala, ou em menos setores, pode-se compreender com mais precisão – ou na prática – quais são os tais novos anseios e desejos da sociedade.

Fizemos um apurado de informações e destacamos alguns pontos. Confira:

SOCIEDADE E ECONOMIA INTELIGENTES

Negócios Responsáveis

Com as mudanças climáticas e os problemas ambientais em evidência, surge uma maior cobrança do consumidor quanto à responsabilidade social das empresas em que ele consome. Neste cenário nota-se uma busca crescente por um consumismo mais responsável, sustentável e significativo. Portanto, para o consumidor de hoje, as escolhas de consumo definem sua identidade e posicionamento, comunicando a si mesmo e ao mundo se é ético, saudável, conectado e inteligente. As expectativas de um consumismo sustentável, saudável e mais relevante estão surgindo a partir de uma onda de novos negócios e startups. Dentro do cenário de responsabilidade social, negócios responsáveis oferecem produtos e serviços relevantes e transparentes a seus clientes.

Ecossistema de Marketplace

A necessidade de informatização nas empresas já é praticamente uma obrigatoriedade de mercado. Para acomodar mudanças rápidas, empresas se conectam a marketplaces e adotam a economia da plataforma digital, baseada em ecossistemas em rede. As plataformas compartilhadas de compra (marketplaces), já com uma grande base de acesso e investimento em publicidade, permitem que pequenas empresas levem seus produtos e/ou serviços a nichos até então difíceis de atingir.

Consumo On-The-Go

Os consumidores, cada vez mais ocupados, buscam soluções e experiências que incorporem seus deslocamentos diários a outras atividades simultaneamente. Hoje, a otimização de tempo e energia pode estar na palma da mão na forma de aplicativos, por exemplo. Da entrega das compras de supermercado a domicílio à marcação de consultas online, o caminho para auxiliar a rotina agitada dos consumidores é pensar em entregas cada vez mais rápidas e serviços cada vez mais convenientes, que possam ser acessados a qualquer momento e lugar.

 

OS NOVOS COMPORTAMENTOS DE CONSUMO

Compradores Imediatistas

Os tipos de serviço criados para facilitar e agilizar a entrega de produtos e serviços para o consumidor – como conveniências, delivery e comércio abertos 24h por dia – fizeram com que eles se acostumassem ao ritmo imediato e à “pronta-entrega”. Já habituados ao mundo digital, os consumidores se tornam cada vez mais impacientes, seguindo em direção à máxima do “eu quero o que eu quero quando eu quero”. As empresas começam responder a essa demanda criando uma série de modelos de negócios distintos; um exemplo é a aplicação do beacon, usado pelos varejistas para transmitir suas mensagens aos consumidores próximos por meio dos seus smartphones, atraindo-os em tempo real. Para inovar nesta demanda, produtos, serviços e conteúdo informativo já estão sendo pensados para que sejam entregues da forma mais ágil possível.

Empreendedorismo Paralelo

A qualidade de vida está cada vez mais relacionada à ideia de uma carreira profissional satisfatória. Em busca de renda extra e realização, as pessoas estão investindo em seus próprios negócios paralelamente aos seus empregos fixos. A mudança de prioridades está cada vez mais relacionada à mudança de valores destes empreendedores adaptáveis. Além dos ganhos financeiros, eles buscam experiências alinhadas aos seus interesses pessoais. Espaços de trabalho compartilhado com acesso à internet – como coworkings e cafés – permitem que este público tenha a oportunidade de trabalhar em seus empreendimentos em tempo parcial de forma eficiente e flexível.

GLOCALismo

Na concorrência com grandes empresas, negócios locais ganham força quando evidenciam suas identidades locais, e os consumidores as procuram pela entrega exclusiva que essas empresas oferecem. Na era da informação, o sentimento de exclusividade deixa de ser relacionado às grandes corporações e dá espaço às pequenas empresas. Os consumidores céticos às práticas da produção em massa, optam por produtos e serviços hiper-locais que comunicam narrativas familiares. Com a valorização da cultura local e sentimento de comunidade se destacando em um mundo globalizado, conectar-se com pessoas, lugares e patrimônios reais pode proporcionar experiências autênticas aos consumidores.

Bem-estar

De um lado temos a hiperconectividade, onde a busca pela conexão digital é uma necessidade, e por outro lado a fuga do excesso de conexão. A falta de tempo ocasionada pelo modo de vida agitado, tem levado as pessoas a buscar soluções que as façam resolver assuntos cotidianos de forma facilitada, além de procurar atividades prazerosas em todos os momentos possíveis. Deste modo, os consumidores começam a buscar o bem-estar emocional e priorizam cada vez mais o relaxamento e o cuidado consigo mesmos. Em instalações temporárias e de fácil acesso, por exemplo, as marcas podem criar espaços com uma variedade de atividades disponíveis abertas ao público, desde momentos individuais de cuidado e bem-estar a momentos de interações familiares ou com grupos de amigos.

 

GESTÃO PARA O FUTURO

Co-criação: O Cliente no Processo

A medida em que o estilo de vida do consumidor se torna mais relevante para as segmentações do que as condições demográficas (como localização ou renda), as antigas definições de segmentação ficam cada vez mais obsoletas. Atualmente, sabe-se que, ao inserir o cliente no processo de criação, é possível obter insights sobre o seu comportamento e os seus anseios mais velados. Em possibilidades de personalização, por exemplo, explora-se a integração do cliente no processo de criação e, a partir de suas interações e criações, é possível notar como ele se relaciona com a marca/produto e quais são as suas expectativas em geral. Seja através de recursos físicos ou digitais, as marcas agora tem a possibilidade tornar suas relações com os clientes cada vez mais íntimas, informais e, consequentemente, reveladoras.

 

EXPERIÊNCIAS REAIS

Humanização Tecnológica

Se um dia a comunicação das marcas era através de uma interação unidirecional (rádio, por exemplo), atualmente ela é muito mais diversa. Diferentes canais e recursos tecnológicos, como a internet e as redes sociais por exemplo, dão agora às marcas diferentes possibilidades de tons e abordagens. Estes recursos podem tanto estar presentes em formato digital como no interior físico das lojas, variando de chatbots, por exemplo, a máquinas de assistência personalizada durante o momento de compras dos clientes. No entanto, é válido lembrar que já vivemos um período de saturação tecnológica onde a tecnologia não é mais novidade e portanto, estes incrementos devem ser sutis. A conectividade já deixou de ser um recurso de status para o consumidor e passou a ser uma expectativa inerente.

Hacking de Dados

Para o mundo dos negócios, as redes sociais são mais que plataformas de interação com o consumidor: são também geradoras de dados e viabilizadoras de grandes insights. A medida em que cresce o uso e a autonomia dos usuários nas redes, aumentam-se as possibilidades de exercer influência individualizada. Encontra-se, na cultura da Computação em Nuvem e da Internet das Coisas, uma vasta gama de alternativas de compartilhamento de dados, promovendo a possibilidade de novos modelos de negócios e serviços hiper personalizados. Apesar da segurança de dados ser uma preocupação constante em 2018, graças ao seu processamento inteligente os usuários poderão utilizar e se beneficiar cada vez mais de serviços personalizados.

 

O Caderno de Tendências 2018/2019 completo e gratuito para download pode ser encontrado aqui: https://bit.ly/2O9WmS4

 

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