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A nova era da tecnologia: 2000 anos em 20

A nova era da tecnologia: 2000 anos em 20

Estudo realizado pela PricewaterhouseCoopers (PwC), uma das maiores consultorias do mundo, mostrou que cerca de 38% dos postos de trabalho nos Estados Unidos podem deixar de existir até 2030 devido aos avanços tecnológicos, como a inteligência artificial (IA). O estudo também discute o impacto em diversas áreas, como transporte, manufatura e varejo.

A temática garante debates acalorados, como aconteceu no Twitter entre Elon Musk e Mark Zuckerberg. O criador do Facebook está otimista com o papel da inteligência artificial na tecnologia, enquanto Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, se preocupa com o futuro potencialmente apocalíptico da IA. No final, acabamos nos questionando: quem se salva da briga entre humanos e robôs? O inovador e criativo.

Pode ser um empresário, engenheiro, artista ou técnico – qualquer profissional que está sedento por inovação. Mas, agora existem formas mais eficientes de trabalhar, ser e viver por causa do digital. São eles diversos motivos:

Computadores cada vez mais rápidos

Os computadores fazem parte do nosso dia a dia, influenciando a forma como interagimos com o ambiente. Consequentemente, alterando o modo de como conversamos com amigos e familiares, tomamos nossas decisões e consumimos conteúdos, serviços e produtos.

Eles estão cada vez mais rápidos. Tão rápidos que, de acordo com a Lei de Moore, nos próximos 5 a 10 anos é muito provável que um computador pessoal tenha a mesma capacidade de raciocínio de um ser humano, ou mais.

Esses computadores permitem o consumo de conteúdo em tempo real, misturando o on-line e off-line, aniquilando boa parte dos jornais impressos e, em breve, devem matar a TV como conhecemos.

Uso de dados corretamente

Segundo um estudo da IBM, produzimos 4,5 quintilhões bytes de dados por dia. Os dados mostram que big data move os negócios. O número deve aumentar drasticamente com IoT, robôs e outras tecnologias que devem surgir com o passar do tempo.

Essa é só a ponta do iceberg gigante de dados que criamos. Conversas no Whatsapp, o tempo assistido da série preferida e os produtos que compramos são medidos diariamente com as diversas ferramentas que já existem.

Para se ter uma ideia, de acordo com a Forbes, o Google processa 40 mil buscas por segundo.

Dados e mais dados podem ser capturados e interpretados por computadores cada vez mais rápidos, neste quesito, hoje mesmo mais rápidos e produtivos que humanos. O nome desse fenômeno é Big Data.

Inteligência artificial é real

Computadores rápidos, uma grande quantidade de dados e softwares inteligentes, podem colocar as máquinas em um patamar acima do humano para o entendimento do ambiente e tomada de decisão. Se não agora, o que é discutível, muito em breve, sem dúvida. Isso muda como nos relacionamos com nossas ferramentas diárias, como consumimos e interpretamos dados.

Atualmente, a IA auxilia durante a busca na internet, marketing programático, exibição de mídia personalizada e muito mais. O mais interessante, com ela, não precisamos classificar seus consumidores em diferentes grupos, mas chegar a um nível de personalização máximo, onde cada pessoa é única.

Mas não para aí. O potencial da AI é imenso. Quanto mais dados o computador tem e mais liberdade de experimentar, mais inteligente ele fica.

Entra em jogo a lógica para programar e ensinar as máquinas, e caberá às máquinas fazer a arte.

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