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Checklist para tirar uma startup do papel

Checklist para tirar uma startup do papel

Tirar uma ideia do papel e torná-la uma startup pode ser um grande desafio. Tirar a ideia do papel e encontrar os meios de fazê-la dar certo exige tempo, preparo, paixão, empenho e uma dose de ousadia dobrada já que não se trata de uma empresa comum.

No último dia 20, o Sebrae esteve presente no Campus Party e ministrou uma palestra onde deu dicas aos curiosos e empreendedores que se interessam em tirar uma startup do papel. Confira um resumo:

 

1. Conexão

Converse com diferentes pessoas ao máximo, troque impressões, participe de eventos. Nessa fase, as ideias valem muito pouco, esqueça o medo de roubarem sua ideia. O que vale é a capacidade de execução e você ganhará muito com a troca nesse momento.

Não busque fazer só “o que está dando certo no mercado”. Sua capacidade de execução e daqueles que estiverem empreendendo com você é o que mais conta. Por isso, avalie também suas competências, habilidades, talentos e paixões. Fazer o que gosta é metade do caminho para fazer bem.

 

2. Validação

Alguns empreendedores tendem a achar que tiveram “a melhor ideia do mundo” e que “só falta dinheiro” para fazer acontecer. Cuidado com essa visão! Não é você, nem qualquer especialista, que dirá que sua ideia é boa, mas sim o seu cliente. Antes de dar os próximos passos na construção e implementação da ideia valide-a com clientes reais.

Lembre-se: Sua mãe, seu tio e sua namorada não são validações. Você precisa validar com o cliente real.

Para isso não é preciso, necessariamente, desenvolver a solução, mas sim, sair da caixa. Sair do “perímetro da comodidade” e ir conversas com clientes em potencial. Você tem muito a aprender nessa etapa de validação que poupará tempo e dinheiro nas próximas etapas do projeto.

 

3. Time Complementar

Ninguém faz nada sozinho. Para sua startup decolar, várias competências serão necessárias e é pouco provável que você sozinho tenha todas elas. Busque formar um time com habilidades complementares e que, ao mesmo tempo, tenham objetivos em comum com você. Trabalhar bem em equipe é fundamental. Para formar um bom time, utilize sua rede de contatos.

De forma geral, uma boa startup deve ter, pelo menos, quatro competências bem definidas: gestão, tecnologia, operações e vendas.

 

4. Acordo de sócios

Uma das principais causas de falhas em startups está no desentendimento entre sócios. Por isso, uma das etapas mais importantes – e muito pouco lembrada pelos empreendedores – é o acordo de sócios. Pense nele como um “contrato pré‐nupcial”.

Ele pode fazer parte do contrato social no caso das sociedades limitadas ou contrato separado. Recomenda‐se menção deste no contrato social. Seu objetivo é estabelecer o que acontece em caso de desentendimentos ou eventual saída de um dos sócios.

 

5. Teste do modelo de negócios

Um dos principais desafios de uma startup em fase inicial é encontrar o seu modelo de negócios, que seja bem aceito pelo mercado e que seja escalável ‐ ou sejsa, possa crescer rapidamente. Esse modelo é formado por um conjunto de elementos, como proposta de valor, clientes, relacionamento, canais, parceiros, atividades, recursos, fontes de receita e estrutura de custo.

Para encontrar o modelo, um bom caminho está na realização exaustiva de testes buscando validar suas hipóteses. Muitas vezes, para realizar esses testes, não é preciso possuir o produto ou solução totalmente desenvolvida. É possível realizar pesquisas preliminares, testes A/B, pré‐venda, ofertas não automatizadas (também chamadas de modelo concierge), dentre outras formas. O paradigma desta abordagem “enxuta” baseia‐se em construir versões mínimas viáveis do seu produto que possam ser usadas para realizar rapidamente os testes. O objetivo aqui não é ainda escalar o modelo, mas encontrá‐lo, por isso, muitos testes manuais podem e devem ser utilizados nesta fase.

 

6. Métricas

A compreensão de suas métricas é fundamental para o sucesso de sua startup, afinal é impossível gerenciar aquilo que não se mede. Compreenda quais as mais importantes para seu negócio, meça e e utilize‐as como bússola para ajustar e otimizar seu modelo. Cuidado com as “métricas de vaidade”, que são números que gostamos de medir, como “número de visitas no site” ou “número de downloads”, mas que na prática não significam muita coisa para o negócio.

Cada tipo de negócio possui métricas mais relevantes para o seu modelo. Em modelos de marketplace, por exemplo, é importante acompanhar a quantidade de transações realizadas. Em e-commerce, a taxa de conversão de visitantes em compradores, por canal de marketing utilizado, bem como seus respectivos custos de aquisição.

 

7. Execução ágil

Se você encontrou um modelo que es tá funcionando, é hora de colocar o pé no acelerador. Esse é momento mais indicado para a busca de capital para crescimento do negócio.

É importante você construir um estratégia de “go to market” (ida ao mercado) que estabeleça os melhores canais, regiões e o passo‐a‐passo das ações, buscando maximizar seu crescimento. Algumas decisões como focar em um nicho específico ou região farão a diferença. Seu plano de desenvolvimento do produto também será influenciado por esta estratégia.

Há muitas instituições que podem apoiar o seu projeto, como incubadoras de empresas, aceleradoras e programas de capacitação específicos para startups como os oferecidos pelo Sebrae. Procure apoio especializado para acelerar seu processo de crescimento.

 

8. Planejamento para captação de recursos

Ao buscar recursos, é importante entender quais são as suas necessidades de capital e objetivos. Estabeleça quanto e para que precisa. Lembre‐se de considerar em suas projeções o cálculo correto de impostos, salários dos sócios e despesas fixas e variáveis. Em paralelo, é importante demonstrar sua  suas receitas potenciais e os marcos de desenvolvimento que você espera atingir com o investimento. Investidor não traz só dinheiro, mas conhecimento, contatos e apoio à gestão. É o chamado capital inteligente.

É importante considerar que podem ser necessárias algumas rodadas de investimento ao longo da vida da startup. Por isso, pense bem sobre o formato do investimento e quantidade de participação acionária a ser cedida pelos empreendedores em cada uma. Existem cursos e workshops sobre investimento em capital de risco que podem te auxiliar na decisão. Para operações de maior valor é recomendável utilizar os serviços de um advisor, que auxiliará na negociação e processo de captação de recursos.

 

9. Construção de cultura

Um dos pontos mais importantes de startups em fase de crescimento é a manutenção de sua cultura. Startups são flexíveis, ágeis e conseguem atrair talentos por darem autonomia e possuírem uma cultura única, o que muitas vezes atrai profissionais não apenas por dinheiro, mas por um alinhamento de propósitos e a construção de um sonho coletivo.

Ao crescer, tenha certeza de estar mantendo sua cultura, buscando valorizar os colaboradores e manter muitos dos pontos positivos da cultura startup que podem ser perder pelo caminho do crescimento.

 

10. Crescimento: pense grande

Se seu modelo cresceu e funcionou e sua empresa já é um sucesso, pode ser ainda mais. Por que ficar apenas limitado à sua região? Se já tem atuação nacional, por que ficar apenas no Brasil?

O céu é o limite para empreendedores de alto potencial e com capacidade para realizar seus “sonhos grandes”.

 

O material completo da palestra do Sebrae você encontra aqui.

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