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Cidades eficientes e inteligentes: Futuro ou presente?

Cidades eficientes e inteligentes: Futuro ou presente?

O conceito de smart city deve ser uma tendência para os próximos anos. Várias cidades já estão fazendo mudanças para se tornarem mais inteligentes: Amsterdã, Barcelona, Dublin, Madri, Manchester, Estocolmo e várias na China. Ele é a transformação suprema de uma cidade, com a conectividade de todos podendo ajudar na vida das pessoas – usando principalmente internet das coisas na estrutura física das cidades e inteligência artificial.  

As cidades inteligentes usam melhores seus recursos, possuem menos trânsito e algumas delas até mesmo possuem ferramentas de democracia direta. Em Amsterdã, por exemplo, as luzes da cidade variam de acordo com a quantidade de pessoas que estão na rua naquele determinado momento – ajudando a cidade, como um todo, a ter um gasto de energia elétrica menor.  

Cidades Inteligentes pelo mundo

  • Songdo, Coréia do Sul.

A cidade é um exemplo de aerotrópole, pois foi planejada em torno de um aeroporto. O projeto de criação começou em 2003, mas só alavancou em 2009 com estímulos governamentais, e tem previsão de conclusão ainda para 2018. Desde 2011, no entanto, o lugar já vem sendo povoado. Em 2013, a população era de 67 000 habitantes. A expectativa é que até 2020 sejam 250 000 moradores.

O slogan de Songdo é “A três horas e meia de um terço da população mundial”. O jornal britânico The Guardian a classificou como a primeira cidade inteligente do mundo.

O planejamento levou em consideração várias opções de mobilidade e a disseminação de espaços verdes. Sensores subterrâneos detectam as condições de tráfego e reprogramam os semáforos sempre que necessário. Um lago e um canal abastecidos com água do mar mantêm a umidade sem sacrificar a água potável e também são usados como via de transporte para táxis aquáticos.

Há, ainda, 25 quilômetros de ciclovias para os adeptos do transporte sobre duas rodas. Um sistema pneumático de gestão de resíduos se espalha por toda a cidade – o que praticamente elimina a necessidade de coleta de lixo e alivia o trânsito.

 

  • Amsterdã, Holanda.

O esforço inteligente da cidade de Amsterdam compreende um grupo complexo de atividades, projetos, parcerias e entidades. A transformação tecnológica da gestão urbana por funcionários da cidade é um dos muitos esforços.

Outra é a plataforma público-privada que é formalmente chamada de iniciativa da cidade inteligente de Amsterdam (ASC), que abrange projetos em oito categorias: mobilidade inteligente, vida inteligente, sociedade inteligente, áreas inteligentes, economia inteligente, Big Data, infra-estrutura e Laboratórios vivos.

 

  • Fujisawa, Japão.

Localizada a cerca de 50 km da capital Tóquio, a cidade inteira funciona de forma inteligente, consumindo menos recursos naturais. Ela conta com serviços de compartilhamento de carros e bicicletas elétricas, casas alimentadas por energia solar e os moradores têm até incentivo financeiro para reduzirem o consumo de energia.

O projeto é fruto de uma parceria da Panasonic com outras sete empresas japonesas e uma norte-americana. Seu custo estimado é de R$ 1,3 bilhão. Até 2018, segundo projeções da empresa, cerca de três mil pessoas devem habitar Fujisawa.

A ideia é que ela evolua para se adaptar às novas tecnologias limpas que possam reduzir ainda mais o impacto sobre o meio ambiente e também  sirva de inspiração para outras cidades do Japão e do mundo.

Como transformar as cidades em cidades inteligentes 

O trabalho de adaptação de uma cidade inteligente, porém, não é fácil. É necessário um projeto, muitos recursos e anos de execução.

Além disso, cidades inteligentes possuem uma mentalidade de startup: coletam milhares de dados e usam a análise deles para aprender, iterar e ficar cada vez melhores – aprendendo com os seus habitantes, ao invés de tentar encontrar um modelo que os “controle”. Isso faz com que as cidades fiquem mais eficientes, mais seguras e que seus serviços sejam cada vez mais abrangentes na quantidade de pessoas alcançadas.  

Pune, Índia. A cidade tem vários projetos para tornar a cidade mais inteligente.

Mas podemos começar de maneira simples, através do setor privado: em São Paulo já existem aplicativos que mostram, de maneira rudimentar, quanto tempo demora até o próximo ônibus passar. O Waze já fez com que o trânsito das cidades fosse “distribuído” para as ruas secundárias. E muitas imobiliárias já estão construindo edifícios de maneira inteligente, com serviços de economia compartilhada que permitem a redução do gasto de energia e água, recursos importantíssimos para a cidade.

Um passo por vez, a caminho desse conceito para as nossas cidades.

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