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Mobile World Congress 2018: Novidades e lançamentos

Mobile World Congress 2018: Novidades e lançamentos

O MWC deste ano está ainda mais conectado.  O Mobile World Congress 2018, um dos principais eventos de tecnologia do mundo, aconteceu nos últimos dias de fevereiro em Barcelona, na Espanha e trouxe várias novidades para o setor mobile, lançamentos de dispositivos para o ano,  aplicações em tempo real, tecnologia 5G e muito mais.

As novidades reforçam que é necessário mudanças já que as aplicações mobile serão cada vez mais heterogêneas. Isso significa que uma mesma rede vai ter carros conectados, aplicações de realidade virtual, acesso à internet de alta capacidade e redes de sensores, além de smartphones, computadores e tudo mais.

Naturalmente, a necessidade de banda, ou velocidade, de cada aplicação será completamente diferente, já que um sensor de temperatura precisa enviar apenas uns poucos bytes para a rede, enquanto um vídeo de alta definição precisa de muitos megabytes por segundo, e aplicações de realidade virtual demandarão ainda mais.

TECNOLOGIA 5G

A introdução do 5G vai permitir uma nova gama de aplicações que dependem de uma latência baixíssima. Um dispositivo médico conectado, um carro autônomo e conectado ou uma industria 4.0 só serão possíveis com redes que consigam operar com latência na ordem de 1 milissegundos (ms).

Hoje, o 4G consegue no mínimo 20 ms, enquanto o 3G é 5 vezes isso. Nas diferentes verticais de IoT (Internet das Coisas) há serviços que serão possíveis somente se forem totalmente imediatos, porque estarão em contato direto com a inteligência que estará na nuvem – é o que chamamos de virtualização.

Nas indústrias conectadas, robôs e máquinas autônomas terão a sua inteligência na nuvem e justamente por isso precisarão de conexões que permitam que qualquer decisão seja tomada instantaneamente, sem que haja tempo para que nada mais aconteça entre a informação, a decisão e a ação, como se fosse local.

 

CASA CONECTADA

Automações domésticas para iluminação, controle de entradas, sensores e câmeras de segurança que mostram em tempo real como controlar uma casa usando apenas o smartphone foram apenas algumas das soluções que foram apresentadas em Barcelona.

Na casa conectada da Samsung, a Bixby atua como a inteligência artificial que comanda todos os dispositivos conectados. Por meio da Bixby Vision, por exemplo, é possível identificar alimentos e dizer qual a forma de prepará-lo e quantas calorias ele tem, compartilhando informações sobre o seu nível de nutrição diretamente para o aplicativo do Samsung Health, no seu smartphone.

A Family Hub, refrigerador inteligente da Samsung, também recebe essa informação, podendo informar quantas calorias foram consumidas e o que falta de alimento na geladeira para completar as calorias necessárias para o dia. O modelo conta com três câmeras internas que capturam uma imagem sempre que a porta se fecha. Com isso, quando estivermos no supermercado, em dúvidas sobre o que comprar, é possível, acessar essas imagens pelo smartphone para olhar no interior do refrigerador e, por meio dele, saber o que é realmente necessário comprar.

Outra facilidade da casa conectada é que tudo pode ser controlado também por comando de voz. Ao terminar de ver seu filme favorito e dar boa noite, o sistema consegue reconhecer que a TV e a luz da sala devem ser desligadas e que ninguém estará na sala, podendo, dessa forma, já iniciar o processo de limpeza do cômodo.

Essas automações facilitadas e programadas por um único comando de voz podem realizar quatro ou cinco funções de maneira eficaz, interconectadas com outros dispositivos, possibilitando um cotidiano mais prático e inteligente.

 

 

SMARTPHONES

O lançamento mais esperado foi por conta do Galaxy S9, pela Samsung. Ele estará disponível em duas versões, S9 (com tela de 5,8 polegadas) e S9+ (6,2 polegadas). O novo Galaxy corrige o principal defeito do antecessor – o sensor de impressões digitais, que ficava ao lado da câmera. Mas, por algum motivo, a Samsung decidiu não incluí-la no novo Galaxy. Nele, o sensor de digitais fica abaixo, não ao lado, da câmera.

A câmera é o grande destaque. Grava em super slow motion (a 960 quadros por segundo, 4 vezes mais do que o iPhone X) e tem o recurso AR Emoji (que transforma você num boneco, mais ou menos como os Animojis do iPhone X). A abertura móvel ajusta em f/1.5 ou f/2.4 conforme a cena para controlar a quantidade de luz e melhorar a qualidade das fotos (o Galaxy S8 tinha apenas uma abertura, f/1.7). A abertura móvel vale tanto para o Galaxy S9 quanto para o S9+, que tem duas lentes – uma das quais funciona como zoom.

O processador é o Snapdragon 845 e o acessório DeX, que permite conectar o Galaxy a um monitor, teclado e mouse, foi esteticamente redesenhado. O resto, incluindo o design e a resolução da câmera (12 MP) e da tela (2960×1440), é praticamente igual ao que era.

 

No estande da Sony, o grande lançamento é o Xperia XZ2: o novo topo de linha da marca, e primeiro celular do mundo a filmar em 4K HDR (High Dynamic Range). A tecnologia HDR, que está começando a se popularizar nas televisões 4K, permite captar e reproduzir imagens com mais brilho e contraste.

Ele terá duas versões: normal (tela de 5,7 polegadas) e compacta (5”), ambas com processador Snapdragon 845 e 4 gigabytes de RAM. Além de filmar em 4K HDR, a câmera tira fotos de 19 megapixels. Para quem vai filmar bastante, o XZ2 parece ser o melhor celular do mercado hoje.

O aparelho também usa uma tecnologia desenvolvida pela Sony, a LDAC, que triplica o bitrate das transmissões de áudio Bluetooth. Isso melhora sensivelmente a qualidade de som, mas a melhoria só é ativada com fones de ouvido compatíveis com LDAC (como o ótimo e caro WH-1000XM2, de US$ 370). O smartphone da Sony não tem saída para fones de ouvido comuns, com fio.

 

Já o V30S Thinq, o destaque da LG é um pouco mais democrático. Ele tem saída para fones com fio, e caprichada: o celular possui quatro conversores digital-analógico (DAC), dois para cada canal de áudio. O sinal de cada dupla de DACs é comparado, somado, e um anula a distorção gerada pelo outro, melhorando o som.

O smartphone da LG também é o primeiro compatível com músicas no formato MQA (Master Quality Audio), de alta resolução. E ele tem muita potência: a LG demonstrou o celular conectado a fones Beyerdynamic DT770 (na versão de 250 ohms), que são modelos de estúdio e exigem muita corrente – e estavam tocando surpreendentemente bem conectados ao smartphone.

O aparelho tem tela de 6” (com resolução de 2880×1440, o que resulta em impressionantes 538 dpi) e duas câmeras traseiras que, segundo a LG, usam inteligência artificial para identificar o que estão fotografando e ajustar a imagem – daí o “thinq” do nome do aparelho. Para quem gosta de música e de áudio, ele é o melhor hoje. Proporciona uma qualidade que, até então, você só iria conseguir conectando um DAC/amplificador externo (como o ótimo FiiO Q1) ao seu celular.

 

 

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