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Produto Viável Mínimo: Criar, alinhar e executar

Produto Viável Mínimo: Criar, alinhar e executar

Quem tem o empreendedorismo pulsando nas artérias deve estar sempre por dentro de todas as fórmulas, técnicas e procedimentos usados pelos grandes campeões do mercado, especialmente em sua fase inicial de operações. Uma dessas técnicas tem 3 letras e ajudou gigantes como Facebook, Apple e Dropbox a se consolidarem em seus segmentos, sem gastarem horrores nos períodos iniciais.

A sigla MVP (Minimum Viable Product), em português significa Produto Minimamente Viável, prova a visão inicial da startup – revelando se aquela boa ideia corresponde mesmo um produto interessante ou se era apenas uma “expectativa utópica”, sem lastro com as demandas práticas do mercado.

Tradicionalmente, os produtos são definidos com todas suas funcionalidades. Descreve-se todo o produto. Alguém tem a visão do todo e está interessado em construí-lo. Cria-se de define-se o plano de construção do produto.

Mas estamos lidando com dois approaches distintos:  (1) Maximizar as chances de sucesso, logo, devemos construir um produto com tantas funcionalidades quanto possível. Quanto mais funcionalidades você tiver, maior a chance de sucesso, ou  (2) Entregar rápido, entregar frequentemente; sendo assim, vamos obter feedback o quanto antes. O produto é construído de forma incremental, com MVPs recém-criados sendo adicionados ao produto já existente. A entrega contínua e incremental proporciona o aumento do valor do produto ao longo do tempo, enquanto conseguimos obter feedback o mais rápido possível, e validar is hipóteses do negócio.

Não é fácil lidar com essa disparidade entre o significado de Produto Mínimo Viável e a entendimento do produto como um todo. Paulo Caroli exemplificou em 7 passos um conjunto de práticas e técnicas focadas em MVPs :

1. Visão do produto

Com a ajuda de uma visão clara do produto, você pode determinar quais e como as primeiras peças do seu quebra-cabeça do negócio vão se juntar. Você deve decidir sobre qual característica do produto o caminho inicial será trilhado, e qual será a sua estratégia de posicionamento.

2. Objetivos do produto

Decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer.

3. Personas

Uma persona representa um usuário do sistema, descrevendo não só o seu papel, mas também suas características e necessidades específicas. Isto cria uma representação realística de usuários, auxiliando o time a descrever funcionalidades do ponto de vista de quem interagirá com o produto final.

4. Funcionalidades

Funcionalidade é a descrição de uma ação ou interação de um usuário com o produto. Por exemplo: imprimir nota fiscal, consultar extrato detalhado, e convidar amigos do Facebook. A descrição de uma funcionalidade deve ser o mais simples possível. O usuário está tentando fazer uma coisa. O produto dever ter uma funcionalidade para isso. Que funcionalidade é essa? Dado que já temos as personas e os principais objetivos do produto, essas perguntas ajudam com a descoberta de funcionalidades: O que deve ter no produto para atender às necessidades desta persona? Quais funcionalidades devemos construir para atingir esse objetivo do produto?‘

5. Jornadas do usuário

A jornada do usuário descreve o percurso de um usuário por uma sequência de passos dados para alcançar um objetivo. Alguns desses passos representam diferentes pontos de contato com o produto, caracterizando a interação do usuário com ele.

Perguntas simples ajudam com o início da descrição das jornadas. Alguns exemplos: ‘Qual objetivo tal persona quer alcançar?’ , ‘Como ela começa seu dia?’, ‘O que ela faz antes disso?’. Depois de descritas as jornadas, busque as funcionalidades necessárias para cada passo.

6. O Sequenciador de funcionalidades

O Sequenciador de funcionalidades auxilia na organização e visualização das funcionalidades e da sequência de liberação de entrega incremental do produto mínimo e viável, os MVPs. O sequenciador organiza e planeja entregas do produto além do primeiro MVP. Além dos cartões de funcionalidades sequenciados, o sequenciador mostra claramente o agrupamento de funcionalidades para cada MVP. Isto é representado por post-it (por exemplo os post-its MVP1, MVP2 e MVP3) os quais demarcam  a sequencia de funcionalidades compondo cada MVP.

7. O Canvas MVP

Enfim, chegamos ao ápice da inception enxuta: o Canvas MVP. Nele vamos detalhar o MVP e suas funcionalidades, sob as perspectivas de Design Thinking e do Lean StartUp. Nesta atividade,  toda a análise realizada até o momento (produto, personas, features, jornadas e MVP) é colocada a prova perante um canvas com blocos bem definidos, específicos, e essenciais para corroborar sobre o MVP em questão.

Exemplos de MVPs nas empresas

Facebook
A rede social foi testada, inicialmente, para dentro dos muros da Universidade de Harvard. O período em que a rede atingia apenas os alunos da comunidade universitária foi importante para que o jovem Mark promovesse alterações fundamentais, em linha com o que foi se revelando necessário ao longo do processo de validação.

Groupon
A primeira versão do Groupon era um site extremamente simples, feito em wordpress e que gerava cupons em pdf, os quais eram enviados de forma manual a cada interessado. Bem diferente da estrutura que vemos hoje, não?

Apple
Por mais incrível que pareça, o iPhone 1 era o típico exemplo de Minimum Viable Product (Produto Minimamente Viável). O aparelho não possuía algumas funções básicas, como copiar e colar, além de exigir download obrigatório do iTunes para ativação. O objetivo aqui era claramente segurar algumas funcionalidades para que fossem lançadas nas versões seguintes do equipamento, gerando ansiedade e euforia entre os clientes.

Foursquare
Antes de ir a campo, o serviço de localização (que permite que as pessoas deem “check-in” em locais visitados, bem como suas opiniões sobre eles) coletou um universo de depoimentos e sugestões de possíveis usuários, por meio do Google Docs, além de disponibilizar uma versão mais restrita do produto a um grupo seleto de “futuro clientes”.

E os seus produtos ou serviços, já tem um Produto Minimamente Viável para servir como protótipo e buscar a aprovação do mercado? O modelo está aí para mostrar que, quando o assunto é o lançamento de um produto inovador, definitivamente, menos é mais: mais certeza de espaço, mais qualidade de produto, mais chance de melhoria e menor dinheiro gasto previamente!

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