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Tudo o que você precisa saber para levar o seu negócio para a internet

Tudo o que você precisa saber para levar o seu negócio para a internet

Muitas empresas decidem não ter um e-commerce por acreditarem que a plataforma demanda muito tempo e dinheiro. Esse artigo vai desmitificar essa ideia e focar na real dificuldade: Ter um plano de negócios.

Planejamento

O planejamento de um e-commerce deve contemplar todas as áreas representadas na figura a seguir. Abrir uma loja virtual é praticamente a mesma coisa que um novo negócio no varejo tradicional. A principal diferença é o meio de acesso aos produtos/serviços que estão à venda, por isso o planejamento deve ser feito com a mesma dedicação.

A primeira coisa a ser decidida na abertura de um e-commerce é o nome que será usado para a loja virtual, caso não exista uma loja física ou marca atrelada ao negócio.

Depois de decidido pelo nome, verifique se ele está livre para registro. Os sites www.registro.org ou www.registro.br fornecem gratuitamente a informação sobre os domínios registrados junto à FAPESP – órgão que faz o registro de domínios e hospedagem de sites no Brasil e Estados Unidos.

Além da FAPESP, é importante checar junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial, entidade responsável por registros de marcas no País – se já existe registro para sua futura marca. Mesmo em casos de comércio exclusivamente eletrônico, é importante registrar a marca para que não haja uma loja física com o seu nome. Ninguém quer investir em marketing e branding de uma marca que pertence a outro empresário.

Plataforma e Tecnologia

Existem três tipos de soluções em e-commerce: as plataformas open source, ou seja, de código aberto e gratuito, as híbridas onde o código open source é customizado para o cliente e, por último, as proprietárias.

Open Source

A primeira opção oferece a princípio custos mais brandos, mas a necessidade de customização da plataforma para atender às reais expectativas dos clientes, o desenvolvimento de layout próprio e a manutenção da segurança do código exigem uma estrutura robusta de pessoal, uma equipe própria ou terceirizada que faça a gestão da empresa. Esses custos são muitas vezes imensuráveis e podem pesar para manter a loja no ar.

Nenhum desses pontos, no entanto, desclassifica a plataforma open source, mas todos eles precisam ser analisados para não inviabilizar o projeto no futuro. O mercado oferece opções boas e seguras de ferramentas de código gratuito. Mas existem riscos. O principal é que não há certeza da evolução do código e de como (e com qual frequência) serão feitas as aplicações de melhorias, já que a plataforma depende da dedicação da comunidade de desenvolvedores.

Proprietário e híbridas

Em contrapartida, o benefício da plataforma de código proprietário e as híbridas estão na constante evolução da ferramenta, que acompanha as tendências de mercado, e ainda oferece a possibilidade de solicitar personalizações da solução para atender a grupos específicos (por exemplo, uma empresa de moda tem necessidades diferentes de uma companhia especializada em peças automotivas, por isso funcionalidades sob medida podem adequar o negócio para uma maior competitividade de mercado).

O suporte à instabilidade de sistema é outra vantagem significativa da plataforma proprietária. Por código próprio entende-se o contratado por uma empresa especializada em e-commerce e o gerenciado in loco por uma equipe da empresa.

É muito importante que ao entrar no e-commerce, o empresário tenha em mãos um plano de negócios. As especificações das necessidades da empresa trarão assertividade na escolha por uma plataforma open source ou proprietária. Também não dá para dissociar a necessidade de um sistema mais flexível para segmentos que pedem mais adequações. A plataforma ‘pronta’, também conhecida por caixinha, permite mudanças limitadas, como das cores e logo das lojas. Essa plataforma pode atender aos micros e pequenos empresários, porém sem as personalizações que podem engessar o crescimento futuro da empresa.

Todo empresário precisa ter em mente que uma loja virtual pode crescer ilimitadamente da noite para o dia, pois não há limites geográficos para as vendas. Por isso deve-se contratar uma plataforma que atenda às necessidades da empresa hoje, mas que também sejam suficientes para daqui a pelo menos cinco anos, porque toda troca de plataforma é traumática para os clientes e mais ainda para a loja virtual.

Servidor

Supondo que toda a papelada da sua loja física esteja pronta, você agora precisa escolher um local para abrir sua loja física e analisar o melhor custo-benefício.

Já no e-commerce, o local que você precisa alugar é um espaço na rede/internet, onde todos arquivos do e-commerce ficam armazenados.

O servidor é responsável pelo armazenamento de todas as informações. Também, lentidão no carregamento de páginas ou o site “caindo” quando muitas pessoas tentam acessar ao mesmo tempo são problemas relacionados à hospedagem.

Por isso, escolha bem!

Operações e Logística

Operação e logística são áreas responsáveis pela organização dos processos após o recebimento do pedido. É a parte “mais física” propriamente dita do e-commerce. Entre os processos deste capítulo estão:

• Atendimento ao cliente;
• Gerenciamento de Estoque e Gestão de Fornecedores;
• Gestão de Transportes e Tabela de Fretes;
• Embalagem, Conferência dos pedidos e Expedição;
• Fluxo de Pedidos;
• Logística Reversa;
• Equipe (habilidades e competências – funções, atendimento, logística, tributos, etc…)

Marketing Digital

Em uma loja virtual não há ruas e existem milhões de negócios sendo trabalhados na internet. Então, a pergunta é: como fazer para que as pessoas conheçam seu endereço eletrônico? Existem algumas formas de fazê-lo, no entanto, em termos de e-commerce, o que tem demonstrado maior eficiência é o uso das ferramentas de Marketing Digital. Em Marketing Digital existem Ferramentas de Vendas, Canais de Divulgação e Relacionamento e os Canais Institucionais (peças e ações para fortalecer a marca ou gerar maior credibilidade, como selos, por exemplo).

Essas ferramentas, direta ou indiretamente, promovem a venda dos produtos/serviços e o ideal seria fechar o ciclo todo de divulgação para obter a conversão de pageviews em resultados de vendas, ou seja: usar os canais de vendas, de divulgação, de relacionamento e os institucionais.

O SEBRAE disponibiliza um material completo sobre como criar um e-commerce que você pode encontrar aqui ou clicando na imagem abaixo:

 

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